The Wonders of My Universe

Março 15 2009

 

Agarro numa pena e sopro-a na tua direcção
Tu sorris e agarras-la. Começo-me a aproximar
Revejo um sentimento especial no teu olhar
E um sorriso que nada nem ninguém me irá conseguir apagar
Sinto o teu toque e respondo, percorrendo o teu corpo
Uma quantidade infindável de imagens passeia na minha mente
 Todas com a tua presença. Sinto-me impulsionado a ir em frente
Não quero parar e tu também não
Ergo o teu braço e suavemente beijo-te a mão
Não quero parar e tu também não
  Calor e desejo tiram lugar à hesitação
Avançamos, cada um percorrendo o corpo oposto
Respiração ofegante…sem quebras, sem pausas
Ainda hoje sinto nos meus lábios o teu gosto
Sempre presente, nunca um fim
Por mais tempo que estejas ausente
Ninguém o irá tirar de mim  
publicado por Wonder Shadow às 22:17
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Março 13 2009

Lying down on a violet bed in a white room
Under an intense shine of the moon
There´s someone there and someone who breeds
A graceful angel in which I believe
With an appearance of being a bit confuse
Like she has something without any use

Sleeping beauty wake up for me
Sleeping beauty open your eyes and see
Sleeping beauty erase all the past
And look for the future that approaches fast

She´s still lying down on the violet bed in the white room
I´m by her side thinking in my doom
But her breath reassures me
It´s so reassuring like if I was set free
My graceful angel can you hear me?
My graceful angel can you feel me?

Sleeping beauty wake up for me
Sleeping beauty open your eyes and see
Sleeping beauty we´ve got all the time in the world
Sleeping beauty, my beloved and angelical pearl

I know you know what I feel for you
Sometimes I feel like there is nothing else to do
But then I hear your breath and it´s like if I had woken up
With the thought in my mind of not giving up...of you
My graceful angel please raise your wings
So beautiful as the sound of melodious strings

Sleeping beauty wake up please
Sleapy beauty taste the nocturnal breeze
Sleeping beauty we´ve got all the time in the world
Sleeping beauty, my beloved and angelical pearl

Can´t we renew our link?
Can´t we paint again the world of pink?
May I fondler you and kiss your mouth?
We´re together with noone around
Can you feel me in your heart?
Why don´t we try to restart?


Graceful angel please come back to me
I beg you a second opportunity
Raise your wings and fly
I´ll meet you in the sky

Shall I kiss you? May I kiss you?

Sleeping beauty...
 

publicado por Wonder Shadow às 19:15
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Março 13 2009

Ontem lembrei-me de um tema que achei que seria interessante falar aqui. Esse tema é o ressonar, ou vulgo ronco, bem como as minhas reacções a ele.

 

Devo-vos dizer que não sou um grande fã de tal sonoridade e que já passei por algumas situações em que agora pode ter alguma piada mas na altura não achei tanto. Mas convém fazer uma pequena introdução antes de avançar com o tema.

 

Eu quando me deito nem sempre adormeço logo, ou seja, preciso de algum tempo (às vezes bastante) até adormecer. O problema é que quando divido o espaço com alguém que ressona às vezes torna-se desesperante, isto porque normalmente essas pessoas adormecem muito mais rapidamente do que eu. E aí começa a "tortura". Há vários problemas no ouvir ressonar enquanto se quer dormir e não consegue. Dois deles são o nível de sonoridade e a sinfonia em si. Quanto ao nível de sonoridade, ou seja a altura do som do ronco, é algo que eu até me posso conseguir habituar ao fim de algum tempo. O problema é a sinfonia e os seus tempos "musicais". O que pretendo dizer com isto é que há diversas mudanças sinfonicas no acto de ressonar, e quando não se consegue adormecer rápido pode-se presenciar isso com clareza. Vamos comparar isto com uma sinfonia musical. Imaginem que estão com sono mas está a aparelhagem ligada e estão a ouvir algo calmo do genero de damien rice (p.ex.). O som está alto mas ao fim de algum tempo habituam-se à sonoridade e ao ritmo e tempos e começam a sentirem-se a adormecer...agora imaginem que nesse momento muda a música e começa a dar moonspell, primeiro com o nível de som semelhante mas depois a ser cada vez mais alto. É natural que despertem certo? A mudança brusca do tipo de música provoca uma reacção de angustia e despertar. Mas imaginemos que ao fim de mais algum tempo voltam-se a habituar e novamente a começar a adormecer...até que acaba a música de moonspell e muda para outro tipo de som do género de...michael jackson (p.ex.). Presumo que voltassem a despertar correcto? Agora imaginem isso constantemente...

 

Eu honestamente não sei se ressono ou não, mas como é óbvio só ouço o ronco dos outros porque o meu ressonar não o consigo ouvir e, por isso, não me acorda ou impede de adormecer.

 

Agora posso falar de exemplos concretos e de reacções que tive e tenho quando isso acontece.

 

Um desses exemplos foi num acampamento com amigos em que dividia a tenda com um amigo meu e que, como é facil de adivinhar, ronca e ronca bem. O acampamento foi uma semana e portanto ao fim de alguns dias (ou noites) já estava em tal estado que experimentava de tudo (ou quase!) para o silenciar. Experimentei chama-lo, experimentei fazer barulho para ele se calar, até que fui ao extremo e peguei numa chinela e atirei-a contra ele. A reacção? Abriu os olhos aparvalhado, pegou na chinela, arrumou-a para o lado e voltou a adormecer. Ele...porque eu não como é obvio. No dia seguinte não se lembrava.

 

Noutros exemplos já tentei ouvir música (real) no mp3 enquanto que o parceiro ao lado roncava. Punha o som alto e mal achasse que estava mesmo a adormecer desligava. Já houve vezes em que isso resultou, embora nem sempre.

 

O que eu aprecio é quando no dia seguinte se viram para mim e me dizem "ontem à noite  falaste enquanto dormias", quando o que na verdade se passou é que os estava a tentar calar ou despertar para que pudesse eu dormir tb.

 

Mas pronto, fica aqui dada a minha opinião ao acto de ressonar.

 

 

 

publicado por Wonder Shadow às 12:08
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Março 12 2009

Ora portanto, inicio o meu segundo dia de posts para falar sobre nada. E que é isso do nada?

 

A história inicia-se hoje de manhã, na viagem de metro casa - trabalho e consiste numa conversa entre duas raparigas ( A e B) do secundário que falam sobre uma terceira (X) que não está presente:

 

"A: Não percebo como é que a X tem tempo para fazer os trabalhos todos, para ir ao ginásio, para estudar linguas para sair e ainda para estudar. Eu não consigo ter tempo para fazer isso tudo como ela.

 

B: Pois é natural, mas se tivesses menos tempo a fazer nada talvez tivesses mais tempo para fazer outras coisas.

 

A: Mas eu gosto tanto do tempo que tenho para fazer nada"

 

O que me fez pensar que embora goste de fazer coisas e de não estar sempre parado às vezes também sabe bem fazer nada e gastar algum tempo nisso. Às vezes sabe bem estar em casa, num canto da cama deitado sem ter pensamentos, sem ter sentimentos, sem ter ideias, sem ter o que quer que seja a não ser nada. Desligar-se de tudo o que se passa no exterior do nosso ser e concentrar-se em absolutamente nada.

 

Nunca vos aconteceu isto? Nunca apreciaram ocupar algum tempo disponivel dessa forma? É certo que algumas pessoas não o conseguem porque são demasiado activas ou então aguentam um tempo mínimo a fazer nada (31 segundos) e depois começam a fazer alguma coisa (a pessoa em causa sabe quem é).

 

Mas pronto, até pode ser uma temática interessante falar de nada em futuros posts. Às vezes descobre-se e aprende-se mais a falar de nada do que a falar de tudo.

 

 

 

publicado por Wonder Shadow às 15:44
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Março 11 2009

Deu-me para a poesia:

 

Doravante o sentimento mantém-se
Destemido, forte, ágil, robusto
Como se nada no mundo temesse
E prossegue viagem a todo o custo
Ultrapassando tudo e todos
Derrotando o pensamento
Evitando lamaçais e lodos
Permanecendo como sentimento
Não posso dizer que lamento
Porque não sinto afinidade alguma com a razão
Vejo-a como um céu cinzento
Em que o amor é a salvação
Tal como qualquer outra sensação
Que rejeite o pensamento
Porque como opostos repelem-se
Doravante o sentimento mantém-se…
 

 

publicado por Wonder Shadow às 23:56
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Março 11 2009

Após o ter tentado (e até à data com bastante sucesso) evitar cair na maré de blogs que diariamente são criados e atirados para o espaço virtual, por sugestão (não me parece que tenha dado grande escolha para rejeitar o referido conselho) de uma amiga resolvi iniciar-me nesta, não já tão, nova moda. Isto fez-me pensar que uma das vantagens de ter um blog é a de que qualquer escrita que faça e publique irá permanecer num local em que nem o tempo nem a memória o apagará...talvez um vírus ou um problema informático o faça mas adiante...

 

Após esta introdução, dedico-me agora a saborear a minha primeira vez com toda a intensidade e  satisfação que me merece. Atento ao que me rodeia - vislumbro o escritório onde estou, a porta de saida, a porta de acesso à casa de banho, a mesa onde está a impressora, o armário para guardar qualquer coisa que não precise de estar à vista, a mesa onde me encontro, as cadeiras que estão em frente a ela, e por último a janela com vista para o sol e para a liberdade - e avanço para tudo o que de novo esta primeira vez me pode trazer, para degustar cada pormenor e cada detalhe, para explorar cada toque e cada som e para reflectir sobre tudo o que me vá fazer sentir no antes, no durante e posteriormente no depois.

 

Regozijo-me com  todos estes sentimentos e anseio para que esta primeira vez nunca mais termine. Até que...

 

 

publicado por Wonder Shadow às 18:12
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